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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Os Vikings.


Vocês sabem quem foram os Vikings?

Era um povo muito temido do seu tempo, eram grandes navegadores, ficaram conhecidos também por normandos (homens do Norte), porque sua origens eram as regiões frias do Norte da Europa (atuais Suécia, Dinamarca e Noruega).

Guerreiro Viking


Suas embarcações são muito conhecidas nos tempos atuais devido aos parques de diversões (lembram). Pois é, com essas embarcações eles avançaram até a Irlanda, Inglaterra, Islândia, Groelândia e, segundo estudos mais recentes, teriam chegado a América por volta do ano 1000, olha aí a casa do Cristóvão Colombo caindo hahaha...

Embarcação Vikings


Chegaram também na França, por isso existe uma região naquele país conhecida por Normandia,( lembram da invasão do dia D na 2ª Guerra Mundial?).

Os vikings chegaram à Itália no século XI. Em 1059, Roberto, conhecido como astuto, conquistou a Itália meridional (parte sul da Itália para quem não é chegado na geografia hahaha...) tornando-se rei de Nápoles, (viu não é o Maradona...), e em 1130 o compatriota Rogério tornava-se rei da Sicília (aquela ilha no bico da bota da Itália).

Sicília por inteiro



Professor David / Pós-graduado em História.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

As Unificações de Itália e Alemanha.


As unificações  - Itália e Alemanha

As décadas que se seguiram à revoluções de 1848 corresponderam a um período de reformas. O liberalismo e o nacionalismo revolucionários foram freados. O advento do socialismo, do sindicalismo, de um proletariado mais reivindicativo efetivaram, na segunda metade do século XIX, um temor burguês às mudanças violentas ou radicais.

Triunfante sobre as forças da reação, o liberalismo burguês temia pela propriedade privada, pelos radicalismos e pela ascensão das massas. Tal desconfiança da burguesia levou à aproximação e, por vezes, às alianças com os setores sociais mais conservadores. Ganharam prestígio, então, os militares, o Estado, as ações diplomáticas. Essa foi uma das principais características dos movimentos de unificação da Itália e da Alemanha.

Os ideais nacionalistas formaram a base de ligação entre o liberalismo e o Estado. Este último passou a incentivá-los ou freá-los de acordo com seus interesses. Apesar de suas muitas e difíceis definições, os românticos do século XIX entenderam o nacionalismo como um elemento de irmandade entre os homens, de paixão e fervor, que sobrepassava os interesses individuais. O Realismo da segunda metade do século XIX deu-lhe a necessária praticidade.
Otto Von Bismark foi a grande figura para a unificação dos estados alemães.


Ao lado da busca de uma formação territorial, de uma autodeterminação, somava-se a montagem de um mercado para a burguesia nacional. Na verdade, a Política das Nacionalidades, ideário das unificações italiana e alemã define melhor a nova fase do nacionalismo: os Estados mais poderosos se impõem pela força e dividem os mais fracos. A realidade é sem dúvida mais complexa e confusa Todavia, não deixou de ser a diretriz básica. O triunfo de um nacionalismo implicava, na maior parte das vezes, a ruína de outro.

Apoiando militarmente a França e a Inglaterra na Guerra da Criméia (1853-1856), Cavour, ministro da Sardenha-Piemonte conseguiu, no Congresso de Paris (1858), o isolamento internacional da Áustria. Negociando em Plombières (1858), Cavour se assegurou do apoio francês para a unificação italiana. De tendência monárquico-constitucional, Cavour anestesiou os elementos republicanos (Garibaldi) argumentando sobre a necessidade de união para um fim maior: a unificação da Itália. Por seu turno, a Prússia, com base em seu forte exército e na hábil diplomacia do chanceler Bismarck, efetivou a unificação alemã após uma série de três guerras: contra a Dinamarca, a Áustria e a França.

Giuseppe Garibaldi
Camilo Benso, Conde de Cavour, em italiano Camillo Benso, conte di Cavour, foi um político italiano. Ocupou o cargo de primeiro-ministro do Reino de Italia entre 23 de março de 1861 até 6 de junho de 1861.



Assim, após 1848, perderam forças o liberalismo e o nacionalismo revolucionários. A tendência mais conservadora que então surge não significou, todavia, uma alteração de crenças ou objetivos do liberalismo burguês. Foi uma mudança de métodos. A reforma triunfara sobre a revolução.
Fonte: História Geral - Hilário Franco Jr. e Ruy de O. Andrade Filho.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Revoluções Liberais de 1830 e 1848.

Alguns textos sobre as Revoluções Liberais de 1830 e 1848.



Revoluções Liberais de 1830 e 1848 – Movimentos revolucionários de caráter liberal e burguês que eclodem em vários países da Europa no século XIX. Têm início em 1830, na França, e se espalham pelo continente. Em 1848, o movimento ressurge com a participação organizada do proletariado industrial. As Revoluções Liberais são um prolongamento da Revolução Francesa, pois consolidam o poder da burguesia. Têm em comum o nacionalismo, na busca de independência e identidade nacional; o liberalismo, que almeja a expansão social, econômica e política; e, a partir das revoluções de 1848, o socialismo, pregando a igualdade social e econômica por meio de reformas radicais.

Revoluções de 1830

Revoluções de 1830 – Com a queda do Império Napoleônico (1815), a monarquia francesa é restaurada sob a dinastia dos Bourbon. Em 1830, após o rei Carlos X suspender a liberdade de imprensa, dissolver a Câmara e convocar eleições, revoltas explodem pelo país. Vitoriosos, os burgueses levam ao trono um Orléans: Luis Felipe I.
A derrubada dos Bourbon estimula o surgimento de várias outras insurreições pela Europa. Em 1831, a Bélgica liberta-se da Holanda. Entre 1830 e 1831, movimentos nacionalistas eclodem na Polônia, sendo abafados pelos russos. Em 1832, a Grécia torna-se um Estado independente e iniciam-se agitações em várias partes da Alemanha e Itália.


Revoluções de 1848

Revoluções de 1848 – Na França, com a crise econômica, o desemprego e a falta de liberdade civil, cresce a oposição à monarquia. Uma insurreição força a proclamação da 2ª República, em fevereiro de 1848, instalando no poder um governo provisório com maioria burguesa liberal e socialista. Apesar da conquista de liberdades democráticas, a condição de vida do proletariado pouco muda, levando-o à nova revolução em junho, reprimida pelas tropas oficiais. Em novembro, fica pronta a Constituição republicana e, em dezembro, ocorre a primeira eleição presidencial direta na França, vencida por Luis Bonaparte (1808-1873), sobrinho de Napoleão (1769-1821). Em 1851, Luis Bonaparte dá um golpe de Estado e, no ano seguinte, proclama-se Napoleão III, instaurando o 2º Império.
A onda revolucionária na Itália surge com o nome de Risorgimento. Tem como bandeiras a luta contra a dominação austríaca, as reformas liberais e a unificação do reino. Em 1848, a revolta eclode no reino das Duas Sicílias, alastrando-se por Lombardia, Veneza, Piemonte e Estados Pontifícios. O movimento Jovem Itália, liderado por Giuseppe Mazzini (1805-1872), proclama a república em Veneza; Giuseppe Garibaldi (1807-1882), à frente dos Camisas Vermelhas, faz o mesmo em Roma. A revolução fracassa com a reação de tropas austríacas, que controlavam a Itália.
Na Alemanha, os ideais revolucionários incitam a burguesia e os trabalhadores contra o poder constituído. Em março de 1849 é aprovada a Constituição alemã. Ela determina que o imperador compartilhe o governo com o Parlamento (Reichstag). Mas os conservadores reagem, com a retirada dos deputados prussianos e austríacos da Assembléia Constituinte, que é dissolvida. O Exército reprime novas insurreições e a nação volta à hegemonia austro-prussiana.
Aproveitando a onda revolucionária, a Hungria proclama sua independência do Império Austríaco dos Habsburgo, em 1848, e estabelece um governo democrático, que logo é reprimido com violência por tropas austríacas.
Mesmo consolidando o poder da burguesia em vários países, as revoluções de 1830 e 1848 não acabam com a miséria dos trabalhadores. Com o surgimento do socialismo, a consciência proletária vai tomando corpo e nascem os primeiros partidos e sindicatos operários.
Fonte: www.vaicomtudo.com
Outro texto: Revoluções Liberais de 1830 e 1848.
A reação europeia, conduzida pelo Congresso de Viena e pela Santa Aliança, não conseguiu estancar o movimento revolucionário iniciado na segunda metade do século XVIII. As revoluções da América luso-espanhola foram bem-sucedidas e a Grécia se libertou do julgo turco.
Por volta de 1830, uma nova onda revolucionária abalou a Europa: na França, Carlos X, sucessor de Luís XVIII, foi obrigado a abdicar do poder; a Bélgica, dominada pela Holanda, rebelou-se, proclamando sua independência; na Itália, as associações revolucionárias impuseram uma Constituição; na Alemanha eclodiram movimentos liberais constitucionalistas; a Polônia tentou obter sua independência.
Essas revoluções provocaram um golpe violento na reação representada pela Santa Aliança, aniquilando-a. Além disso, outros fatores podem ser arrolados para explicar o problema. Entre 1846 e 1848, as colheitas na Europa Ocidental e Oriental foram péssimas. Os preços dos produtos agrícolas subiram violentamente e a situação das classes inferiores piorou.
Ao mesmo tempo, verificava-se uma crise na indústria, particularmente no setor têxtil. O aumento da produção ocasionou a superprodução. A crise na agricultura diminuiu ainda mais o consumo dos produtos manufaturados pelo empobrecimento dos camponeses. A paralisação das atividades fabris resultou em dispensa dos trabalhadores e redução nos salários, exatamente quando os preços dos gêneros de primeira necessidade subiam vertiginosamente.
Os recursos financeiros dos países europeus foram carreados para a aquisição de trigo na Rússia e Estados Unidos. Isto afetou os grandes empreendimentos industriais e a construção das estradas de ferro, em franco progresso na oportunidade. A paralisação das atividades nestes setores arrastou outros, provocando a estagnação econômica geral.


A crise variou de país para país. 
Na Itália e Irlanda foi mais agrária; na Inglaterra e França, industrial, bem como na Alemanha. A miséria gerou o descontentamento político. A massa dos camponeses e proletários passou a reclamar melhores condições de vida e maior igualdade de recursos.
No fundo, constituíam-se ideias socialistas, mas como não existia um partido socialista organizado que pudesse orientar estas classes, coube aos liberais e nacionalistas, compostos pela burguesia esclarecida, exercerem a oposição ao governo, contando com o apoio da massa, sem orientação própria.



França
Luís Felipe fora colocado no trono da França pela Revolução de 1830, representando os ideais da burguesia e tendo por objetivo conciliar a Revolução com o Antigo Regime. A oposição popular ao regime era manifesta. 
Em 1834 deu-se a insurreição dos operários de Lyon. As tendências republicanas ganhavam adeptos através das várias sociedades políticas fundadas com este propósito.
A oposição não era somente popular. Havia muitos partidários da volta de Carlos X, exilado desde 1830.
Os antigos correligionários de Napoleão acercavam-se de Luís Bonaparte, seu sobrinho.
O partido socialista opunha-se ao governo, propondo reformas. Seus líderes, Louis Blanc, Flocon e Ledru-Rollin iniciaram em 1847 uma campanha em todo o país visando à reforma eleitoral. 
A forma encontrada para a difusão da campanha foram os banquetes nos quais os oradores debatiam a questão.
Em 22 de fevereiro, o ministro Guizot proibiu a realização de um banquete, o que provocou a eclosão da revolta. Surgiram as barricadas nas ruas com o apoio de elementos da Guarda Nacional. A revolta ganhou vulto. Guizot foi demitido em favor de Thiers, que nada resolveu. A Câmara foi invadida e os deputados fugiram. Luís Felipe abdicou. 
O governo provisório foi organizado e proclamou a Segunda República da França, com a participação de burgueses liberais e socialistas. No dia 23 de abril, realizou-se a primeira eleição na Europa com o voto universal masculino, direto e secreto.
A crise econômica, entretanto, não fora debelada; pelo contrário, se agravara. O governo provisório, a fim de ofertar trabalho aos desempregados, criara as "oficinas nacionais", empresas dirigidas e sustentadas pelo Estado. O pagamento dos salários era coberto com a elevação dos impostos, o que redundou em crise maior.
O fechamento destas oficinas fez voltar à rua o proletariado. Tentou-se fazer uma revolução dentro da própria revolução. A Assembléia delegou poderes excepcionais ao general republicano Cavaignac, que abafou violentamente a revolta. Dezesseis mil pessoas foram mortas e quatro mil deportadas. A questão operária foi resolvida segundo os interesses da burguesia.
Em 12 de novembro de 1848 foi promulgada uma nova Constituição. O presidente da República seria eleito por quatro anos, sendo Luís Napoleão o primeiro presidente eleito. 
Em 1851 deu um golpe político, implantando o II Império da França, assumindo o governo com o título de Napoleão III.

Itália
A Itália, em 1848, estava dividida em vários Estados, todos eles com governo tipicamente despótico. A crítica a este regime era conduzida pelas sociedades secretas, principalmente a Carbonária. Ao mesmo tempo, reformas liberais visavam à unificação dos Estados italianos. Para tanto, seria preciso expulsar os austríacos, que desde o Congresso de Viena adquiriram supremacia sobre a Itália.
Em janeiro deu-se uma revolta no Reino das Duas Sicílias. O rei Fernando II foi obrigado a conceder uma Constituição, o mesmo ocorrendo na Toscana e no Estado papal.
No reino de Lombardia iniciou-se séria oposição aos austríacos. O rei de Piemonte, Carlos Alberto, tomou a liderança da revolta, declarando guerra aos austríacos. 
Os exércitos austríacos obtiveram duas vitórias (Custozza e Novara), forçando Carlos Alberto a abdicar em nome de seu filho Victor-Emanuel II. A repressão implantada pelos austríacos foi violenta em toda a península. A tentativa liberal e nacionalista dos italianos tinha sido frustrada.

Alemanha
A Alemanha, depois do Congresso de Viena, passara a constituir uma Confederação composta por numerosos estados, cuja política exterior era coordenada por uma Assembléia que se reunia em Frankfurt. A Prússia e a Áustria lideravam esta Confederação.


Visando à maior integração entre os Estados germânicos foi criado, em 1834, o Zollverein, espécie de liga aduaneira que liberava a circulação de mercadorias nos territórios dos membros componentes, em torno da Prússia e sem a participação da Áustria.
Esta política econômica estimulou o desenvolvimento industrial, que por sua vez acentuou o nacionalismo germânico, o desejo de independência e de união política.O mesmo aspecto liberal e nacionalista que vimos aparecer na Itália também se manifestava lá.
Na Prússia, em 18 de março de 1848, verificou-se extraordinária manifestação popular diante do palácio real, provocando a reação das tropas. O movimento alastrou-se e Frederico Guilherme, rei da Prússia, teve de se humilhar prometendo uma Constituição ao povo insurgido.
Vários Estados juntaram-se ao movimento, aproveitando a oportunidade para tentar a unificação política. 
Em março, reuniu-se em Frankfurt uma assembléia preparatória para um Parlamento representativo, que deveria iniciar seus trabalhos legislativos em maio.
Os príncipes alemães aproveitaram-se da divisão entre os revolucionários para retomar o poder abalado. 
Em novembro de 1848, Berlim foi tomada e a Constituinte dissolvida pelo exército. O movimento liberal fora abafado.
A Assembléia de Frankfurt decidiu eleger como imperador o rei da Prússia, que recusou por se considerar rei por vontade de Deus. Propôs, entretanto, aos príncipes alemães a criação de um império. 
A Áustria, em 1850, impôs à Prússia o recuo nesses projetos e em qualquer mudança da ordem existente.



Áustria
O Império austríaco dos Habsburgos era muito heterogêneo. Estava com- posto por alemães, húngaros, tchecoslovacos, poloneses, rutenos, romenos, sérvios, croatas, eslovenos e italianos. 
Destes povos, somente os húngaros tinham certa autonomia. Os mais numerosos, húngaros e tchecos, conscientes de sua individualidade, buscavam reconhecimento imperial.
Os alemães da Áustria reclamavam contra o governo de Metternich. Insurgiram-se estudantes, burgueses e trabalhadores, forçando a queda do chanceler e a convocação de uma Assembléia Constituinte.
Os eslavos seguiram o exemplo. Orientados por Palcky, convocaram uma reunião dos povos eslavos em Praga para 2 de junho. 
O congresso paneslavita foi dissolvido militarmente. Viena foi tomada, formando-se um governo absoluto após ter sido bombardeada, sendo implantado um regime de perseguição policial.
Fonte: www.algosobre.com.br




sábado, 12 de maio de 2012

Processo de Unificação da Itália


A unificação Italiana

Unificação Italiana
O Congresso de Viena (1814-1815) determinou que os atuais territórios da Itália e da Alemanha fossem divididos em diversos estados dominados por estrangeiros. Os povos desses territórios não aceitaram a divisão feita por Viena e promoveram, então, movimentos racionalistas visando transformar suas nações em estados nacionais independentes. 



Onde hoje é a Itália foi dividida em pequenosestados por ordem de Viena, são eles: 

• Reino Sardo-Piemontês: governado por uma dinastia italiana. Era autônomo e soberano; 
• Reino Lombardo-Veneziano: governado pela Áustria; 
• Ducados de Parma, Módena e Toscana: governados por duques subservientes à Áustria; 
• Estados Pontifícios: governados pelo papa; 
• Reino das Duas Sicílias: governado pela dinastia de Bourbon.



A primeira luta do movimento para unificar a Itália só teve início depois da decisão do Congresso de Viena que transformava a atual Itália. As primeiras tentativas de libertação do território italiano foi uma organização revolucionária chamada de Jovem Itália liderada por Giuseppe Mazzini, republicano que junto com a jovem Itália defendia a independência e a transformação da Itália numa república democrática. 


Em 1848, os seguidores de Mazzini promoveram outra manifestação contra a dominação austríaca em territórios italianos, mas foram vencidos pelo poderoso exército austríaco. Apesar da derrota, o ideal nacionalista permanecer forte e a partir dessa época, a luta pela unificação passou a ser liderada pelo Reino Sardol-Piemontês. Cavour, um dos líderes do Risorgimento (movimento que pretendia fazer a Itália reviver seus tempos de glória), representava todos os que desejavam a unificação. Para alcançar tal objetivo, Cavour teve o apoio da burguesia e dos proprietários rurais e colocou em prática um plano de modernização da economia e do exército do Piemonte. Aproximou-se da França e conseguiu ajuda militar para enfrentar a Áustria.

Com a ajuda da França, o exército de Cavour obteve expressivas vitóriase a Áustria, derrotada, foi forçada a entregar o reino. Quase em mesmo tempo, o revolucionário Giuseppe Garibaldi atacou o Reino das Duas Sicílias e criou condições para sua libertação do domínio estrangeiro. Decidiram então por intermédio de um plebiscito ser governados também pelo rei do Reino Sardo-Piemontês Victor Emanuel II.
Com a maior parte do atual território italiano, em 1861 Victor Emanuel II foi proclamado rei da Itália, mas, para que a unidade fosse completada era necessário conquistar Veneza e Roma. Veneza foi incorporada no ano de 1866 e Roma em 1870 onde passou a ser capital do país no ano seguinte. 
O papa Pio IX, não aceitou a perda dos domínios territoriais da Igreja e rompeu relações com o governo italiano, considerou-se prisioneiro e fechou-se no Vaticano. Assim nasceu a Questão Romana que só foi resolvida em 1929 quando doi assinado o Tratado de Latrão. Por esse acordo, foi criado o Estado do Vaticano dirigido pela Igreja Católica.