Nada é Definitivo!

"Como o nome do Blog diz, não existe uma única verdade, portanto, sempre temos que investigar tudo o que nos dizem sobre a história, para que possamos chegar mais próximos de uma verdade. Este blog é apenas um dos vários caminhos que existem, sejam bem vindos."

quinta-feira, 8 de junho de 2017

REIS FAMOSOS.


O poder dos reis do passado.

Os reis do passado tinham grandes poderes, esses soberanos eram servidos por todos os seus súditos.
Um bom exemplo de rei com grandes poderes absolutos foi Luís XIV, que governou a França e Navarra por 72 anos, seu reinado teve início em 1643 e terminou com sua morte em 1715, ficou conhecido com “Rei Sol” e lhe é atribuída uma famosa frase “O Estado sou Eu”.

Luís XIV - Rei Sol

Luís XIV, convidava os nobres a viverem em sua luxuosa corte de Versalhes, mas para isso, estes tinham que tornassem seus devotados servidores.
A vida da corte tinha normas que eram estabelecidas pelo próprio rei. Pela manhã, o rei já era bajulado por vários cortesões assim, cada um deles tinha uma tarefa específica: tinha o que trazia a meia do pé, outro que lhe calçava os sapatos, outro que arrumava sua cadeira etc. (eram os famosos puxa-sacos).
“Falando em puxa-sacos, você sabia que essa expressão teria surgido nos quartéis? É que os soldados rasos eram obrigados a carregar o saco dos suprimentos próprios e também o dos seus superiores hierárquicos, nas rotinas diárias e nas saídas a campo de treinamentos e missões.


Voltando ao nosso personagem, Rei Luís XIV, vamos elencar algumas curiosidades de sua pessoa:
A banheira que Luís XIV mandou instalar no Palácio de Versalhes, por absolutamente falta de uso, foi convertida em fonte de jardim, dizem que o rei tomou poucos banhos durante sua vida toda.

Palácio de Versalhes

Os sapatos de salto alto, indispensáveis para as mulheres elegantes, foram ideia dos artesãos palacianos do seu governo. 
Tudo o que o rei usava imediatamente se tornava moda. Um bom exemplo foi durante a Renascença, Luís teve contado com um diamante, a pérola era considerada a mais nobre das joias. E foi assim que em um belo dia um joalheiro mostrou ao monarca um diamante que havia trazido da Índia, e ele se apaixonou pela pedra. Em 1669, gastou o equivalente a 75 milhões de dólares para comprar todos os diamantes disponíveis e os tornou objetos desejados na Europa inteira.
Foi Luís XIV que construiu o Palácio de Versalhes. Trabalharam sempre simultaneamente em Versalhes mais de 30.000  homens, muitos dos quais não eram pagos ou executavam trabalhos forçados. As  condições em que trabalhavam e viviam provocavam epidemia, onde muitos morreram. Eram frequentes os acidentes mortais na construção dos  edifícios, e as febres consequentes dos pântanos causavam numerosas baixas. Até o próprio rei Luiz XIV, incomodado pelo número de mortos, proibiu expressamente os seus cortesões de discutirem o assunto.
E por fim nosso personagem gostava durante uma refeição de comer uma média de 4 pratos de sopa, dois faisões inteiros, 2 pedaços de presunto, 1 salada, carne de cabrito com alho, frutas, doces e 1 ovo cozido. Depois que ele morreu, descobriu-se que seu estômago era 2 vezes maior que um estômago normal.

Professor David - Pós-graduado em História.


quarta-feira, 7 de junho de 2017

Os Vikings.


Vocês sabem quem foram os Vikings?

Era um povo muito temido do seu tempo, eram grandes navegadores, ficaram conhecidos também por normandos (homens do Norte), porque sua origens eram as regiões frias do Norte da Europa (atuais Suécia, Dinamarca e Noruega).

Guerreiro Viking


Suas embarcações são muito conhecidas nos tempos atuais devido aos parques de diversões (lembram). Pois é, com essas embarcações eles avançaram até a Irlanda, Inglaterra, Islândia, Groelândia e, segundo estudos mais recentes, teriam chegado a América por volta do ano 1000, olha aí a casa do Cristóvão Colombo caindo hahaha...

Embarcação Vikings


Chegaram também na França, por isso existe uma região naquele país conhecida por Normandia,( lembram da invasão do dia D na 2ª Guerra Mundial?).

Os vikings chegaram à Itália no século XI. Em 1059, Roberto, conhecido como astuto, conquistou a Itália meridional (parte sul da Itália para quem não é chegado na geografia hahaha...) tornando-se rei de Nápoles, (viu não é o Maradona...), e em 1130 o compatriota Rogério tornava-se rei da Sicília (aquela ilha no bico da bota da Itália).

Sicília por inteiro



Professor David / Pós-graduado em História.

Os bárbaros.


Vocês sabem quem foram “os povos bárbaros”?

Para os antigos gregos e romanos, os “bárbaros” eram os estrangeiros, ou seja, todos aqueles que não falavam a sua língua.

A partir do século quatro depois de cristo os “bárbaros” invadiram o território do império romano.

Sendo que no ano de 476, o imperador romano Rômulo Augusto foi deposto por Odoacro, líder de um desses povos.


Imperador Rômulo Augusto


Esses bárbaros vinham de regiões da Europa da parte Norte e  Oriental, para fugir do avanço dos hunos, provenientes da Ásia (maior líder Huno, foi Átila).



Os bárbaros não tinham uma organização social, não tinham leis, eram nômades (não tinham lugar fixo de moradia) e acampavam aqui e ali, em bandos.

Estavam à procura de novas terras para ocupar e, principalmente, para aproveitar suas pastagens. Quando os bárbaros chegavam, as pessoas fugiam apavoradas, pois eles destruíam tudo, estupravam as mulheres, queimavam as vilas e saqueavam seus pertences. Daí o uso constante nos dias atuais de barbaridade, crime bárbaro etc.

Os povos bárbaros mais conhecidos foram: Alanos, Anglos, Alamanos, Burgúndios, Francos (lembram de Carlos Magno), Frísios, Godos, Visigodos, Ostrogodos, Hérulos, Hunos, Lombardos, Lusitanos (região de Portugal, daí os portugueses serem conhecidos como lusos), Rúgios, Saxões, Suevos, Teutões, Vândalos (daí que surge a denominação nos dias de hoje quando o pessoal quebra as coisas nas ruas).

Professor David – Pós-graduado em História.

As perseguições aos cristãos durante o Império Romano.


Os povos da antiguidade adoravam muitos deuses, ou seja, eram politeístas. Jesus Cristo, o fundador do cristianismo, falava justamente ao contrário, ele afirmava que existe um só Deus, para o qual todos os homens são iguais. 

Os seguidores de Jesus negavam-se a adorar o imperador romano como uma divindade, fato este que era obrigado a população romana. 

Essa rejeição despertou o ódio dos imperadores romanos, que ordenaram uma série de perseguições aos cristãos.

Muitos deles foram massacrados, queimados vivos, jogados às feras famintas.

Um exemplo foi o imperador Nero, que além de ser muito cruel com os cristãos, foi acusado de colocar fogo em Roma e acusa-los.



Porém, mesmo com toda a perseguição, Jesus difundiu-se  no império romano, e os cristãos passaram a ser cada vez mais numerosos.


Professor David – Pós-graduado em História.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Todas as Constituições Brasileiras.


CONSTITUIÇÕES BRASILEIRAS DE 1824 A 1988



1) Constituição de 1824
Após a independência do Brasil ocorreu uma intensa disputa entre as principais forças políticas pelo poder: O partido brasileiro, representando principalmente a elite latifundiária escravista, produziu um anteprojeto, apelidado "constituição da mandioca", que limitava a poder imperial (antiabsolutista) e discriminava os portugueses (antilusitano).
Dom Pedro I, apoiado pelo partido português (ricos comerciantes portugueses e altos funcionários públicos), em 1823 dissolveu a Assembleia Constituinte brasileira e no ano seguinte impôs seu próprio projeto, que se tornou nossa primeira constituição.
CARACTERÍSTICAS:
  • Nome do país – Império do Brasil.
  • Carta outorgada (imposta, apesar de aprovada por algumas câmaras municipais da confiança de D. Pedro I).
  • Estado centralizado / Monarquia hereditária e constitucional.
  • Quatro poderes (Executivo / Legislativo / Judiciário / Moderador (exercido pelo imperador).
  • O mandato dos senadores era vitalício
  • Voto censitário (só para os ricos) e em dois graus (eleitores de paróquia / eleitores de província).
  • Estado confessional (ligado à Igreja – catolicismo como religião oficial).
  • Modelo externo – monarquias europeias restauradas (após o Congresso de Viena).
Foi a de maior vigência (durou mais de 65 anos). Foi emendada em pelo ato adicional de 1834, durante o período regencial, para proporcionar mais autonomia para as províncias. Essa emenda foi cancelada pela lei interpretativa do ato adicional, em 1840.

2) Constituição de 1891
Logo após a proclamação da república, predominaram interesses ligados à oligarquia latifundiária, com destaque para os cafeicultores. Essas elites influenciando o eleitorado ou fraudando as eleições ("voto de cabresto") impuseram seu domínio sobre o país ou coronelismo.
CARACTERÍSTICAS:
  • Nome do país – Estados Unidos do Brasil.
  • Carta promulgada (feita legalmente) Estado Federativo / República Presidencialista.
  • Três poderes (extinto o poder moderador).
  • Voto Universal (para todos / muitas exceções, ex. analfabetos).
  • Estado Laico (separado da Igreja).
  • Modelo externo – constituição norte-americana
Obs.: as províncias viraram estados, o que pressupõe maior autonomia.

3) Constituição de 1934
Os primeiros anos da Era de Vargas caracterizaram-se por um governo provisório (sem constituição). Só em 1933, após a derrota da Revolução Constitucionalista de 1932, em São Paulo, é que foi eleita a Assembleia Constituinte que redigiu a nova constituição.
CARACTERÍSTICAS:
  • Nome do país – Estados Unidos do Brasil.
  • Carta promulgada (feita legalmente).
  • Reforma Eleitoral – introduzidos o voto secreto e o voto feminino. 
  • Criação da Justiça do Trabalho Leis Trabalhistas – jornada de 8 horas diárias, repouso semanal, férias remuneradas (13 salário só mais tarde, com João Goulart). 
Foi a de menor duração / já em 1935, Vargas suspendia suas garantias através do estado de sítio. Obs.: Vargas foi eleito indiretamente para a presidência.

4) Constituição de 1937
Como seu mandato terminaria em 1938, para permanecer no poder Vargas deu um golpe de estado, tornando-se ditador. Usou como justificativa a necessidade de poderes extraordinários para proteger a sociedade brasileira da ameaça comunista ("perigo vermelho") exemplificada pelo plano Cohen (falso plano comunista inventado por seguidores de Getúlio). O regime implantado, de clara inspiração fascista, ficou conhecido como Estado Novo.
CARACTERÍSTICAS:
  • Nome do país – Estados Unidos do Brasil.
  • Carta outorgada (imposta).
  • Inspiração fascista – regime ditatorial, perseguição e opositores, intervenção do estado na economia.
  • Abolidos os partidos políticos e a liberdade de imprensa.
  • Mandato presidencial prorrogado até a realização de um plebiscito (que nunca foi realizado).
  • Modelo externo – Ditaduras fascistas (ex., Itália, Polônia, Alemanha).
Obs.: Apelidada de "polaca".

5) Constituição de 1946
Devido ao processo de redemocratização posterior à queda de Vargas, fazia-se necessária uma nova ordem constitucional. Daí o Congresso Nacional, recém eleito, assumir tarefas constituintes.
CARACTERÍSTICAS:
  • Nome do país – Estados Unidos do Brasil.
  • Carta promulgada (feita legalmente).
  • Mandato presidencial de 5 anos (quinquênio).
  • Ampla autonomia político-administrativa para estados e municípios.
  • Defesa da propriedade privada (e do latifúndio).
  • Assegurava direito de greve e de livre associação sindical.
  • Garantia liberdade de opinião e de expressão.
  • Contraditória na medida em que conciliava resquícios do autoritarismo anterior (intervenção do Estado nas relações patrão x empregado) com medidas liberais (favorecimento ao empresariado).
Obs.: Através da emenda de 1961, foi implantado o parlamentarismo, com situação para a crise sucessória após a renúncia de Jânio Quadros. Em 1962, através de plebiscito, os brasileiros optam pela volta do presidencialismo.

6) Constituição de 1967
Essa constituição surgiu na passagem do governo Castelo Branco para o Costa e Silva, período no qual predominavam o autoritarismo e o arbítrio político. Documento autoritário, a constituição de 1967 foi largamente emendada em 1969, absorvendo instrumentos ditatoriais como os do AI-5 (ato institucional nº 5) de 1968.
CARACTERÍSTICAS:
  • Nome do país – República Federativa do Brasil.
  • Documento promulgado (foi aprovado por um Congresso Nacional mutilado pelas cassações).
  • Confirmava os Atos Institucionais e os Atos Complementares do governo militar.
Obs.: reflexo da conjuntura de "guerra fria", na qual sobressaiu a "teoria da segurança nacional" (combater os inimigos internos rotulados de subversivos - opositores de esquerda).

7) Constituição de 1988 , "Constituição Cidadã"
Desde os últimos governos militares (Geisel e Figueiredo), nosso país experimentou um novo momento de redemocratização, conhecido como abertura. Esse processo se acelerou a partir do governo Sarney, no qual o Congresso Nacional produziu nossa atual constituição.
CARACTERÍSTICAS:
  • Nome do país – República Federativa do Brasil.
  • Carta promulgada (feita legalmente).
  • Reforma eleitoral (voto para analfabetos e para brasileiros de 16 e 17 anos).
  • Terra com função social (base para uma futura reforma agrária?).
  • Combate ao racismo (sua prática constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão).
  • Garantia aos índios da posse de suas terras (a serem demarcadas).
  • Novos direitos trabalhistas – redução da jornada semanal, seguro desemprego, férias remuneradas acrescidas de 1/3 do salário, os direitos trabalhistas aplicam-se aos trabalhadores urbanos e rurais e se estendem aos trabalhadores domésticos.
Obs.: Em 1993, 5 anos após a promulgação da constituição, o povo foi chamado a definir, através de plebiscito, alguns pontos sobre os quais os constituintes não haviam chegado a acordo, forma e sistema de governo. O resultado foi a manutenção da república presidencialista.


segunda-feira, 29 de maio de 2017

A História do corneteiro na luta pela Independência no Estado da Bahia.



Luta pela Independência na Bahia – A História do corneteiro Luis Lopes.


O conflito ficou conhecido como a Batalha de Pirajá e teve um papel decisivo na Guerra pela Independência da Bahia, pois assegurou a continuidade do cerco à cidade de Salvador, que estava sob o domínio das tropas portuguesas.
Foram mais de 4 horas de combate. O exército português era mais numeroso, além de melhor treinado e equipado. A vitória lusitana era dada como certa. Tanto o era que, diante da iminente derrota, o Comandante Barros Falcão ordenou o recuo das tropas brasileiras.
Mas eis que, em vez do toque de “recuar”, o corneteiro Luís Lopes deu o sinal de “cavalaria avançar” e, em seguida, o de “degolar”. E quem acabou partindo em retirada foram as tropas lusitanas, imaginando que os brasileiros tinham recebido reforços.

Cavalaria brasileira não havia mesmo. Mas a história (ou seria estória) do tal corneteiro é colocada em dúvida, tanto pela ausência de documentos históricos que comprovem a sua existência, como pelo fato de o episódio soar como lendário.
Na obra Memórias Históricas e Políticas da Bahia, o historiador Inácio Acioli de Cerqueira e Silva apresenta a explicação da vitória brasileira na Batalha de Pirajá como decorrente de um toque errado de corneta.
Já o barão do Rio Branco, nas Efemérides brasileiras, ao registrar e comentar o conflito, não menciona a participação do corneteiro Lopes, embora conhecesse o texto de Acioli.
Brás do Amaral, em História da independência na Bahia, obra escrita no ano em que se comemorou o centenário do 2 de Julho, conta o mesmo que Acioli já havia dito.
Pedro Calmon, ao tratar das lutas da independência, na obra História do Brasil, nada fala sobre a intervenção providencial do corneteiro, que era português, mas integrava o exército brasileiro.
O historiador Cid Teixeira afirma que prefere acreditar no testemunho presencial de Ladislau dos Santos Titara, que, além de ser o autor do Hino ao Dois de Julho, era soldado, lutou na batalha e disse que ouviu o toque de “avançar cavalaria”.
Um outro testemunho, o Alexandre Gomes de Argolo Ferrão, o Barão de Cajaíba, atesta o feito do corneteiro Luís Lopes. Ele era comandante da Legião de Caçadores da Bahia, uma das unidades que participaram do combate de Pirajá.
Cajaíba foi quem acompanhou D. Pedro II, numa visita que este fez ao campo histórico de São Bartolomeu de Pirajá, em 9 de outubro de 1859. O imperador registrou, em seu diário, que o barão lhe contou que os brasileiros ganharam a batalha graças a "um corneta trânsfuga português que descompunha, por meio de toques, o exército lusitano, e neste dia, tocando a retirada, fez com que avançassem os lusitanos para debandarem para o lado do campo de Cabrito e da cidade, logo que ouviram os vivas dados a meu pai, pelo major de Pernambuco Santiago; os tiros de uma pequena peça assestada ao lado direito da igreja, para quem segue para o Cabrito e o toque de degola da cavalaria que deu o tal corneta, quando apenas havia trezentos brasileiros, sobre que se dirigiam quatro colunas lusitanas, tendo por todos quatro mil homens, uma parte da cidade, outra ao lado do Cabrito, outra de Itapoã e outra em direção à praia próxima que chegou ao desembarque, quando as outras já se debandavam”.
Algumas linhas adiante, o monarca escreveu no diário: "todas estas informações são do Cajaíba, e só posso afirmar que as ouvi" .
Em 2003, o episódio do Corneteiro Lopes, se tornou tema de um curta-metragem de 20 minutos, em película, dirigido pelo cineasta baiano Lázaro Faria.

Fonte: Tribuna da Bahia.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Você sabia que foi um brasileiro que inventou o rádio?


Pois é minha gente, o padre Landelll de Moura, foi o verdadeiro inventor da válvula de três polos, onde conseguiu transmitir notas musicais a longa distância, sem uso de fios, no ano de 1893.

Padre Roberto Landell de Moura

Porém, na época, nosso conterrâneo foi acusado de lunático e louco, sendo inclusive perseguido por parte de seus superiores da igreja.
Quem ainda duvida é só acompanhar os passos do padre na época, pois em 1901, ele viajou para os Estados Unidos da América e patenteou sues inventos no U.S.Patent Office, onde se encontram registrados suas patentes de números 771.917 (transmissor de ondas),775.337 (modelo de telégrafo sem fio) e 775.846 (telefone sem fio).
Portanto, Parabéns ao nosso Padre Landell de Moura.
Mas aposto que na escola você aprende que foi Marconi o inventor do rádio, não é isso?

David Pereira – Pós graduado em História.



Reformas Trabalhista e a história se repetindo.

A história sempre se repetindo

Assim como foi na época da Primeira República, conhecida como “Café com Leite”, na qual utilizaram vários mecanismos de valorização do café “política do café”, estamos vendo nossos parlamentares com muita pressa em aprovar as reformas trabalhistas. Isso nos faz lembrar a frase de Celso Furtado “privatização dos lucros e socialização das perdas”.


Quem será que vai perder!?
É claro minha gente que será a classe trabalhadora.
David Pereira - Pós graduado em História.

A invenção do telefone.



Primeiro brasileiro a conhecer o Telefone.


O primeiro brasileiro a conhecer o telefone foi o imperador D. Pedro II, que durante a Exposição do Centenário da Independência dos Estados Unidos conheceu Graham Bell. O inventor pediu a D. Pedro II que visse seu “aparelho elétrico, uma máquina falante”. Graham Bell ficou numa ponta do fio, a cerca de 150 metros do aparelho dado ao imperador. Quando D. Pedro II ouviu as palavras de Graham Bell na outra extremidade do fio, exclamou: “Meu Deus, isto fala!”

terça-feira, 2 de maio de 2017

COMO SE CONSTRÓI HERÓIS


COMO SE CONSTRÓI HERÓIS




A história, lenda ou fábula ocorre na Praça do mercado em Altdorf, no cantão de Uri, um dos três cantões, ou Estados, da floresta, no centro da Suiça.
Estamos nos século XIV, estavam selando uma aliança; Uri, Schwyz e Unterwalden, seria uma forma de defesa contra invasores.
Esses locais eram governados pelo Sacro Império Romano-Germânico, e os  sonhos dos cantões, eram conseguir a independência.
Nesse momento que surge a figura de um herói. Conta-se que por ordem de Hermann Gessler, governador enviando pelos Habsburgos, teria determinado que na sua ausência, fosse colocado um chapéu sobre um poste, este representava sua autoridade; quem passasse por ali devia saudá-lo.
Aparece então Guilherme Tell, um defensor da liberdade, junto com seu filho passaram pelo local e não fizeram a saudação, surge então um fiscal do governo que intervêm, e exige que Tell faça a saudação. Diante da recusa, começam uma briga. Chega no local o próprio governador Gessler que ao saber do ocorrido e conhecendo a fama de Tell como grande arqueiro, propõe um desafio; coloca o filho de Tell, Walter amarrado em uma árvore e uma maça sobre sua cabeça, e obriga Tell a executar a tarefa de disparar uma flecha na maça depois de tomar uma certa distância, caso contrário ambos serão executados na hora.
Tell se prepara para a missão, porém antes tira uma segunda flecha da aljava e coloca no cinto.
Tell lança a flecha e acerta a maça. Gessler então pergunta para que serveria a segunda flecha, Tell sem papas na língua teria dito: “se a primeira seta tivesse ferido o meu filho, a segunda seria sua”.
Gessler irritado pela petulância de Tell manda seus soldados efetuar sua prisão e quando o prisioneiro está sendo levado de barco através do lago Lucerna, surge uma tempestade, como Tell também seria um ótimo timoneiro, os remadores pedem a Gessler que o libertem para conduzir a embarcação.
Tell leva o barco até a margem e depois foge.
Nos dias que seguem Tell prepara sua vingança e consegue acompanhar um dos caminhos do governador Gessler e escondido entre as montanhas desferi uma flecha no governador que cai morto.
Tell grita: “Os lares estão livres, a inocência está segura, e não voltarás a fazer mal ao país”. Esta teria sido a primeira ação pela independência da Suiça.
Muitos historiadores contestam essa história e dizem não passar de uma fábula, outros dizem que nunca existiu o tal governador e outros ainda dizem que foi inspirada em fábulas antigas, ou seja, muito antes do século XIV.
O certo é que no cantão de Uri, segundo contam, seria a cidade de Guilherme Tell, e por lá foi erguido um monumento de Tell e seu filho Walter.

“Viram” até os suíços têm seu Tiradentes...


sábado, 29 de abril de 2017

Navio Negreiro adaptador pelo rapper Slim

Adpatação   - O Navio Negreiro – rapper Slim Rimografia



Estamos em pleno mar, Embarcações de ferro e aço, Onde pessoas disputam / Palmo a palmo por um espaço.

Nesse imenso rio negro / De piche e asfalto, Cristo observa tudo calado, De braços abertos lá do alto.

Onde a lei do silêncio / Impede que ecoe o grito do morro, Dos poetas em barracos sem forro, Que clamam por socorro.

Homens de pele escura / Sem sobrenome importante, Filhos de rei e rainhas / De uma terra tão distante.

O mar separa o Brasil da África, Um rio separa as periferias / Das mansões de magnatas.
Uniformes diferenciam / Funcionários e patrões. A cor denuncia / As vítimas de antigas explorações.

Trazidos nos porões / Dos navios negreiros, Tratados como animais, Vendidos a fazendeiros.
Vivendo em cativeiros, Negociados como mercadoria, Enriquecendo a classe nobre, Hoje chamada burguesia.

Deixaram pra trás lembranças, Dialetos e crenças. Caçados, mortos ou açoitados / Quem tentou a resistência.

Marcados como gado, Sem direito à educação, Emudeceram seus tambores, Amaldiçoaram sua cultura e religião.

Alguns morreram de fome, De sede, de frio. O corpo magro cheio de marcas, O estômago vazio.

Me diz quem são os heróis, Quem são os bandidos. Quem merece a honra, E quem merece ser punido.

Quem lutou por liberdade, E na história foi esquecido. Sem estátuas ou monumentos, Só barracos foram erguidos.

No chão pisado, onde tudo foi negado, Sem estudo, sem instrução, Herdou não só a pele escura, Mas o cabelo encrespado.

Fez o samba, fez capoeira / Na poeira do serrado. Fez dos restos que lhe deram / Pratos hoje contemplados.

Temos a ginga, a malandragem, Habilidade e o swing. Temos força, temos fé, Que vão além dos campos e ringues.

Somos índios, somos brancos, Somos negros, somos afrodescendentes. Somos raça, somos povo, Somos tribo, somos gente.

Somos sonhos, somos luta, Somos mão de obra barata. Somos arte, somos cultura, Somos ouro e somos prata.

Fomos tratados como nada, Trazidos como bichos, Oprimidos e usados, E depois dispensados como lixo.

Temos muito que mudar, A história não acabou. Lembrar cada vida que por liberdade / Como Cristo se sacrificou.

Ancestrais, bisavós, Cuja voz foi silenciada, Por nós sua luta / Não pode ser abandonada.
O navio hoje é barca / Sem velas, só sirene. Navegando na estrada, Hoje volantes, ontem lemes.

O porão do navio / Hoje é chiqueiro de camburão. Os chicotes e açoites / Trocados pelo cacete e oitão.

A senzala virou presídio, O quilombo é a favela, Os zumbis pelo mundo / São Malcolm X, Luther King, Zumbis ou Mandelas.

A escravidão ainda existe / Em cada olhar triste, nas esquinas, Nos becos, ruas e vielas, E nos sonhos em ruínas.

Nos esgotos a céu aberto, Nas crianças desnutridas, Nas mãos pequenas que pedem esmolas, Nas rua e avenidas.

Nos malabaristas da miséria, Sob o sol nos faróis da cidade, No show da sobrevivência / Artistas por necessidade.

Herdeiros da miséria e do tráfico / Dos escravos trazidos em navios, Alguns hoje de fuzil são traficantes, Soldados do breu em busca de brio.

Pátria amada, idolatrada / Ó mãe gentil, Onde estavas / Que tamanha atrocidade não viu?
Negras mulheres suspendendo às tetas / Magras crianças de cujas bocas pretas / Escorre o sangue das mães. Moças, nuas e espantadas, De medo acuadas / Em desespero aterradas.

É ...Tem um pouco de navio negreiro / Debaixo de cada viaduto, Em cada lágrima derramada, Em cada mãe que veste luto.

Tem um pouco de navio negreiro / Em cada mão que pede esmola, Em cada beco ou viela, Em cada criança longe da escola.

Tem um pouco de navio negreiro / Na viola, no pandeiro, No atabaque, no cordel, Na enxada e no tempero.

Tem um pouco de navio negreiro / Na igreja e nos terreiros, Nos santos, nos orixás, Nas benzedeiras e nos obreiros.

Tem um pouco de navio negreiro / No crucifixo, no patuá, No cabelo sarará, na mulata, no crioulo, E na cumbuca de munguzá.

Tem um pouco de navio negreiro / Na música, na poesia, Na dança, nas artes, E em cada panela vazia.

Tem um pouco de navio negreiro / No futebol, no Carnaval, No azeite de dendê, no acarajé / E no nosso Código Penal.

Tem um pouco de navio negreiro / No reflexo em frente ao espelho, Dos que lutaram e morreram / Pra não viver de joelhos.

Tem um pouco de navio negreiro / Em cada conquista, em cada vitória, Na pele, na memória, no coração, Na minha, na sua, na nossa história.

Tem um pouco de navio negreiro / Em cada brasileiro, Tem um pouco de navio negreiro.


Fonte: Livro O Navio Negreiro da Editora Panda Books.

um pouco sobre Genghis Khan

Esta passeando pelo blog de Kid-bentinho, no qual eu recomendo, achei essa matéria muito interessante:
GENGHIS KHAN



Entre 1206 e 1227, o líder mongol Genghis Khan conquistou quase 12 milhões de quilômetros quadrados de território, mais do que qualquer outro indivíduo na história. Ao longo dessa jornada, ele abriu seu caminho através da crueldade, devastando a Ásia e a Europa e deixando incontáveis milhões de mortos por onde suas hordas passavam. Mas, ele também modernizou a cultura mongol, abraçou a liberdade religiosa e ajudou a fortalecer o comércio entre o Oriente e o Ocidente.
Conheça 10 fatos interessantes sobre esse grande governante que com suas conquistas mudou os rumos da história.

1 -  "Genghis" não era seu nome verdadeiro.
O homem que se tornaria o "Grande Khan" dos mongóis nasceu ao longo das margens do rio Onon por volta de 1162 e chamava-se Temudjin, que significa "de ferro" ou "ferreiro." Ele  conseguiu o título honorífico de  "Genghis Khan”  somente em 1206, quando foi proclamado líder dos mongóis em uma reunião tribal conhecido como kurultai.  Khan é um título tradicional que significa líder ou chefe. Os historiadores ainda não tem certeza sobre as origens da palavra Genghis. Ela pode significar  "oceano" ou "justo", mas no contexto histórico é geralmente traduzida como "líder supremo" ou "governante universal."

2 -  Ele teve uma infância difícil.
Desde tenra idade, Genghis Khan foi forçado a lidar com a brutalidade da vida nas estepes da Mongólia. Tártaros rivais envenenaram seu pai quando Genghis Khan  tinha apenas nove anos, mais tarde, sua própria tribo expulsou sua família,  deixando sua mãe sozinha para criar os sete filhos. Genghis Khan cresceu caçando e forrageando para sobreviver, e, segundo algumas lendas, talvez tenha até mesmo assassinado seu meio-irmão em uma disputa sobre comida. Durante sua adolescência, clãs rivais sequestraram tanto a ele quanto a sua jovem esposa Borte;  Genghis Khan viveu como escravo até realizar uma ousada fuga. Apesar de todas estas dificuldades, lá pelos seus 20 anos, ele já havia se estabelecido como um guerreiro formidável e um líder brilhante. Depois de juntar seu exército de seguidores, Genghis Khan começou a forjar alianças com os chefes das tribos mais importantes. Por volta de  1206, ele havia unido com sucesso os povos das estepes sob sua bandeira e começou a planejar  a conquista de terras além da Mongólia.

3 -  Não há registro definitivo de como ele era.
Para uma figura tão influente, muito pouco se sabe sobre a vida pessoal de Genghis Khan ou até mesmo sobre sua aparência física. Não há retratos ou esculturas dele que  tenham sobrevivido até nós, as poucas informações  que os historiadores possuem, são muitas vezes contraditórias ou não confiáveis. A maioria dos relatos descrevem-no como alto e forte, com cabelos compridos e uma barba longa e espessa. A descrição mais surpreendente de Genghis Khan nos vem por cortesia de  Rashid al-Din, cronista persa do século 14, ele alegou que o famoso líder tinha cabelos vermelhos e olhos verdes. O relato de Al-Din é questionável, pois ele nunca conheceu o Khan em pessoa, mas essas características marcantes realmente existiam entre as diversas etnias mongóis.
4 - Alguns de seus generais mais confiáveis haviam sido seus inimigos.
O Grande Khan tinha um olho afiado para o talento, ele geralmente promovia seus oficiais pela habilidade e experiência ao invés de por classe, ascendência ou mesmo alianças passadas. Um famoso exemplo dessa crença na meritocracia veio durante uma batalha em 1201 contra a  tribo rival Taichud, batalha em Genghis Khan quase morreu depois que seu cavalo tombou morto por cima dele, atingido por uma flecha. Quando mais tarde ele se dirigiu aos prisioneiros  e exigiu saber quem foi o responsável, um guerreiro bravamente levantou-se e admitiu ser o atirador. Impressionado pela ousadia do arqueiro, Genghis Khan o fez um oficial do seu exército e, posteriormente, o apelidou de "Jebe", ou "flecha", em homenagem ao ocorrido. Junto com o famoso general  Subutai, Jebe  se tornaria um dos maiores comandantes dos mongóis durante suas conquistas na Ásia e na Europa.

5 - Ele não deixava que rebeliões ficassem  impunes.
Genghis Khan geralmente dava a chance dos povos se renderem pacificamente ao governo mongol, mas não hesitava em derrubar à espada qualquer sociedade que lhe resistisse. Uma de suas mais famosas campanhas de vingança aconteceu em 1219, depois que o Xá do Império Corásmio rejeitou um tratado com os mongóis. Genghis havia oferecido ao Xá um valioso acordo para o comércio ao longo da Rota da Seda, mas, quando seus primeiros emissários foram assassinados, o Khan respondeu enfurecido com o ataque de toda a força de suas hordas mongóis sobre os territórios do inimigo na Pérsia. A guerra subsequente deixou milhões de mortos e o império do Xá em completa ruína, mas o Khan não parou por aí. Depois da vitória, ele retornou para o leste a fim de  travar guerra contra os tangutes de Xi Xia, um grupo de  mongóis que se recusara a fornecer tropas para a invasão da Pérsia. Após vencer as forças rebeldes e saquear sua capital, o Grande Khan ordenou a execução de toda a família real tangute como castigo por sua insurreição.

6 - Ele foi o responsável pela morte de cerca de 40 milhões de pessoas.
Embora seja impossível saber ao certo quantas pessoas morreram durante as conquistas mongóis, muitos historiadores estimam algo em torno de 40 milhões. Censos da Idade Média mostram que a população da China caiu em dezenas de milhões durante a vida do Khan; os estudiosos calculam que ele possa ter matado um total de três quartos da população do que é hoje o moderno Irã, durante sua guerra com o Império Corásmio. Ao todo, os ataques mongóis podem ter reduzido a população mundial em até 11 por cento.

“Eu sou um castigo de Deus. E se você não tivesse cometido grandes pecados, Deus não teria enviado um castigo como eu.”  Uma das muitas frases atribuídas a Genghis Khan.

7 - Ele foi tolerante com religiões diferentes.
Ao contrário de muitos outros construtores de impérios, Genghis Khan abraçou a diversidade religiosa de seus territórios recém-conquistados. Ele aprovou leis que declaravam a liberdade religiosa para todos e até mesmo concedia isenções fiscais a locais de culto. Essa tolerância tinha um lado político, Khan sabia que indivíduos felizes eram menos propensos a se rebelar, mas os mongóis, como povo,  também demonstravam uma atitude extremamente liberal em relação à religião. Enquanto que  Genghis Khan e muitos outros praticavam um sistema de crença xamânica que reverenciava os espíritos do céu, ventos e montanhas; havia entre os povos das estepes um caldeirão de crenças, que incluía cristãos nestorianos, budistas, muçulmanos e  tradições animistas. O Grande Khan também tinha um interesse pessoal na espiritualidade. Ele era conhecido por orar em sua tenda por vários dias antes de  campanhas importantes, e, muitas vezes, encontrou-se com diferentes líderes religiosos para discutir os detalhes de suas crenças. Na sua velhice, Genghis Khan convocou o líder taoísta Qiu Chuji ao seu acampamento, supostamente, os dois  tiveram longas conversas sobre  imortalidade e  filosofia.

8 - Ele criou um dos primeiros sistemas postais internacionais.
Junto com o arco e o cavalo, a arma mais potente dos mongóis pode ter sido a sua vasta rede de comunicação. Um dos primeiros decretos de Genghis Khan ordenava a formação de um serviço de correio montado conhecido como o "Yam." Este, consistia em uma série bem organizada de estações estendidas ao longo de todo o território do Império. Ao parar para descansar ou assumir uma nova montagem a cada poucos quilômetros, os mensageiros oficiais podiam percorrer  a até 200 quilômetros por dia. O sistema permitiu que bens e informações viajassem com velocidade sem precedentes e também agiu como os olhos e os ouvidos do Khan. Graças ao Yam, ele poderia facilmente ficar a par dos desenvolvimentos políticos e militares e manter contato com sua extensa rede de espiões e batedores. O Yam também ajudou a proteger os dignitários estrangeiros e os comerciantes durante as suas viagens. Nos seus últimos anos, o serviço foi usado por nomes como Marco Polo e João de Plano Carpini.

9 -  Ninguém sabe como ele morreu ou onde está enterrado.
De todos os enigmas que cercam a vida do Khan, talvez o mais intrigante seja saber como ela terminou. A narrativa tradicional diz que ele morreu em 1227 de ferimentos sofridos em uma queda de  cavalo, mas outras fontes listam de tudo, desde malária até a uma flechada no joelho. Um dos relatos mais questionáveis afirma que ele foi assassinado ao tentar violentar uma princesa chinesa. Além de não sabermos como ele morreu, há também um grande mistério sobre o seu lugar de descanso final. Segundo a lenda, seu cortejo fúnebre abateu todos os que encontraram pelo caminho durante a viagem, depois, todos os que participaram do enterro também foram mortos, seguindo ordens deixadas pelo Khan. A sepultura provavelmente esteja localizada perto de uma montanha mongol chamada Burkhan Khaldun, mas o local exato é desconhecido.

10 - Os soviéticos tentaram extinguir a sua memória na Mongólia.
Genghis Khan é agora visto como  herói e fundador nacional da Mongólia, mas durante a era de domínio soviético, no século 20, a simples menção de seu nome foi proibida. Com a intenção de acabar com todos os vestígios do nacionalismo mongol, os soviéticos tentaram suprimir a memória do Khan, retirando a sua história dos livros escolares e proibindo as pessoas de fazer peregrinações à sua terra natal em Khentiy. Genghis Khan foi  restaurado à história mongol depois que o país conquistou a independência no início de 1990, desde então, ele se tornou um tema recorrente na arte e na cultura popular. O Grande Khan empresta seu nome ao principal aeroporto do país, na cidade de Ulan Bator, e seu retrato está na moeda mongol.

As dezenas de esposas de Genghis Khan e sua obsessão de estuprar as mulheres dos vencidos durante suas  pilhagens, podem tê-lo tornado o pai de centenas ou mesmo de milhares de filhos. De acordo com um famoso estudo genético de  2003, cerca de um em cada 200 homens vivos carrega uma forma do cromossomo Y que talvez tenha se originado com o líder mongol. Se for verdade, isso significa que 0,5 por cento da população masculina do mundo são seus descendentes diretos.

Fonte: kid-bentinho.blogspot.com.br

Frases de Gengis Khan