Nada é Definitivo!

"Como o nome do Blog diz, não existe uma única verdade, portanto, sempre temos que investigar tudo o que nos dizem sobre a história, para que possamos chegar mais próximos de uma verdade. Este blog é apenas um dos vários caminhos que existem, sejam bem vindos."

terça-feira, 2 de maio de 2017

COMO SE CONSTRÓI HERÓIS


COMO SE CONSTRÓI HERÓIS




A história, lenda ou fábula ocorre na Praça do mercado em Altdorf, no cantão de Uri, um dos três cantões, ou Estados, da floresta, no centro da Suiça.
Estamos nos século XIV, estavam selando uma aliança; Uri, Schwyz e Unterwalden, seria uma forma de defesa contra invasores.
Esses locais eram governados pelo Sacro Império Romano-Germânico, e os  sonhos dos cantões, eram conseguir a independência.
Nesse momento que surge a figura de um herói. Conta-se que por ordem de Hermann Gessler, governador enviando pelos Habsburgos, teria determinado que na sua ausência, fosse colocado um chapéu sobre um poste, este representava sua autoridade; quem passasse por ali devia saudá-lo.
Aparece então Guilherme Tell, um defensor da liberdade, junto com seu filho passaram pelo local e não fizeram a saudação, surge então um fiscal do governo que intervêm, e exige que Tell faça a saudação. Diante da recusa, começam uma briga. Chega no local o próprio governador Gessler que ao saber do ocorrido e conhecendo a fama de Tell como grande arqueiro, propõe um desafio; coloca o filho de Tell, Walter amarrado em uma árvore e uma maça sobre sua cabeça, e obriga Tell a executar a tarefa de disparar uma flecha na maça depois de tomar uma certa distância, caso contrário ambos serão executados na hora.
Tell se prepara para a missão, porém antes tira uma segunda flecha da aljava e coloca no cinto.
Tell lança a flecha e acerta a maça. Gessler então pergunta para que serveria a segunda flecha, Tell sem papas na língua teria dito: “se a primeira seta tivesse ferido o meu filho, a segunda seria sua”.
Gessler irritado pela petulância de Tell manda seus soldados efetuar sua prisão e quando o prisioneiro está sendo levado de barco através do lago Lucerna, surge uma tempestade, como Tell também seria um ótimo timoneiro, os remadores pedem a Gessler que o libertem para conduzir a embarcação.
Tell leva o barco até a margem e depois foge.
Nos dias que seguem Tell prepara sua vingança e consegue acompanhar um dos caminhos do governador Gessler e escondido entre as montanhas desferi uma flecha no governador que cai morto.
Tell grita: “Os lares estão livres, a inocência está segura, e não voltarás a fazer mal ao país”. Esta teria sido a primeira ação pela independência da Suiça.
Muitos historiadores contestam essa história e dizem não passar de uma fábula, outros dizem que nunca existiu o tal governador e outros ainda dizem que foi inspirada em fábulas antigas, ou seja, muito antes do século XIV.
O certo é que no cantão de Uri, segundo contam, seria a cidade de Guilherme Tell, e por lá foi erguido um monumento de Tell e seu filho Walter.

“Viram” até os suíços têm seu Tiradentes...


sábado, 29 de abril de 2017

Navio Negreiro adaptador pelo rapper Slim

Adpatação   - O Navio Negreiro – rapper Slim Rimografia



Estamos em pleno mar, Embarcações de ferro e aço, Onde pessoas disputam / Palmo a palmo por um espaço.

Nesse imenso rio negro / De piche e asfalto, Cristo observa tudo calado, De braços abertos lá do alto.

Onde a lei do silêncio / Impede que ecoe o grito do morro, Dos poetas em barracos sem forro, Que clamam por socorro.

Homens de pele escura / Sem sobrenome importante, Filhos de rei e rainhas / De uma terra tão distante.

O mar separa o Brasil da África, Um rio separa as periferias / Das mansões de magnatas.
Uniformes diferenciam / Funcionários e patrões. A cor denuncia / As vítimas de antigas explorações.

Trazidos nos porões / Dos navios negreiros, Tratados como animais, Vendidos a fazendeiros.
Vivendo em cativeiros, Negociados como mercadoria, Enriquecendo a classe nobre, Hoje chamada burguesia.

Deixaram pra trás lembranças, Dialetos e crenças. Caçados, mortos ou açoitados / Quem tentou a resistência.

Marcados como gado, Sem direito à educação, Emudeceram seus tambores, Amaldiçoaram sua cultura e religião.

Alguns morreram de fome, De sede, de frio. O corpo magro cheio de marcas, O estômago vazio.

Me diz quem são os heróis, Quem são os bandidos. Quem merece a honra, E quem merece ser punido.

Quem lutou por liberdade, E na história foi esquecido. Sem estátuas ou monumentos, Só barracos foram erguidos.

No chão pisado, onde tudo foi negado, Sem estudo, sem instrução, Herdou não só a pele escura, Mas o cabelo encrespado.

Fez o samba, fez capoeira / Na poeira do serrado. Fez dos restos que lhe deram / Pratos hoje contemplados.

Temos a ginga, a malandragem, Habilidade e o swing. Temos força, temos fé, Que vão além dos campos e ringues.

Somos índios, somos brancos, Somos negros, somos afrodescendentes. Somos raça, somos povo, Somos tribo, somos gente.

Somos sonhos, somos luta, Somos mão de obra barata. Somos arte, somos cultura, Somos ouro e somos prata.

Fomos tratados como nada, Trazidos como bichos, Oprimidos e usados, E depois dispensados como lixo.

Temos muito que mudar, A história não acabou. Lembrar cada vida que por liberdade / Como Cristo se sacrificou.

Ancestrais, bisavós, Cuja voz foi silenciada, Por nós sua luta / Não pode ser abandonada.
O navio hoje é barca / Sem velas, só sirene. Navegando na estrada, Hoje volantes, ontem lemes.

O porão do navio / Hoje é chiqueiro de camburão. Os chicotes e açoites / Trocados pelo cacete e oitão.

A senzala virou presídio, O quilombo é a favela, Os zumbis pelo mundo / São Malcolm X, Luther King, Zumbis ou Mandelas.

A escravidão ainda existe / Em cada olhar triste, nas esquinas, Nos becos, ruas e vielas, E nos sonhos em ruínas.

Nos esgotos a céu aberto, Nas crianças desnutridas, Nas mãos pequenas que pedem esmolas, Nas rua e avenidas.

Nos malabaristas da miséria, Sob o sol nos faróis da cidade, No show da sobrevivência / Artistas por necessidade.

Herdeiros da miséria e do tráfico / Dos escravos trazidos em navios, Alguns hoje de fuzil são traficantes, Soldados do breu em busca de brio.

Pátria amada, idolatrada / Ó mãe gentil, Onde estavas / Que tamanha atrocidade não viu?
Negras mulheres suspendendo às tetas / Magras crianças de cujas bocas pretas / Escorre o sangue das mães. Moças, nuas e espantadas, De medo acuadas / Em desespero aterradas.

É ...Tem um pouco de navio negreiro / Debaixo de cada viaduto, Em cada lágrima derramada, Em cada mãe que veste luto.

Tem um pouco de navio negreiro / Em cada mão que pede esmola, Em cada beco ou viela, Em cada criança longe da escola.

Tem um pouco de navio negreiro / Na viola, no pandeiro, No atabaque, no cordel, Na enxada e no tempero.

Tem um pouco de navio negreiro / Na igreja e nos terreiros, Nos santos, nos orixás, Nas benzedeiras e nos obreiros.

Tem um pouco de navio negreiro / No crucifixo, no patuá, No cabelo sarará, na mulata, no crioulo, E na cumbuca de munguzá.

Tem um pouco de navio negreiro / Na música, na poesia, Na dança, nas artes, E em cada panela vazia.

Tem um pouco de navio negreiro / No futebol, no Carnaval, No azeite de dendê, no acarajé / E no nosso Código Penal.

Tem um pouco de navio negreiro / No reflexo em frente ao espelho, Dos que lutaram e morreram / Pra não viver de joelhos.

Tem um pouco de navio negreiro / Em cada conquista, em cada vitória, Na pele, na memória, no coração, Na minha, na sua, na nossa história.

Tem um pouco de navio negreiro / Em cada brasileiro, Tem um pouco de navio negreiro.


Fonte: Livro O Navio Negreiro da Editora Panda Books.

um pouco sobre Genghis Khan

Esta passeando pelo blog de Kid-bentinho, no qual eu recomendo, achei essa matéria muito interessante:
GENGHIS KHAN



Entre 1206 e 1227, o líder mongol Genghis Khan conquistou quase 12 milhões de quilômetros quadrados de território, mais do que qualquer outro indivíduo na história. Ao longo dessa jornada, ele abriu seu caminho através da crueldade, devastando a Ásia e a Europa e deixando incontáveis milhões de mortos por onde suas hordas passavam. Mas, ele também modernizou a cultura mongol, abraçou a liberdade religiosa e ajudou a fortalecer o comércio entre o Oriente e o Ocidente.
Conheça 10 fatos interessantes sobre esse grande governante que com suas conquistas mudou os rumos da história.

1 -  "Genghis" não era seu nome verdadeiro.
O homem que se tornaria o "Grande Khan" dos mongóis nasceu ao longo das margens do rio Onon por volta de 1162 e chamava-se Temudjin, que significa "de ferro" ou "ferreiro." Ele  conseguiu o título honorífico de  "Genghis Khan”  somente em 1206, quando foi proclamado líder dos mongóis em uma reunião tribal conhecido como kurultai.  Khan é um título tradicional que significa líder ou chefe. Os historiadores ainda não tem certeza sobre as origens da palavra Genghis. Ela pode significar  "oceano" ou "justo", mas no contexto histórico é geralmente traduzida como "líder supremo" ou "governante universal."

2 -  Ele teve uma infância difícil.
Desde tenra idade, Genghis Khan foi forçado a lidar com a brutalidade da vida nas estepes da Mongólia. Tártaros rivais envenenaram seu pai quando Genghis Khan  tinha apenas nove anos, mais tarde, sua própria tribo expulsou sua família,  deixando sua mãe sozinha para criar os sete filhos. Genghis Khan cresceu caçando e forrageando para sobreviver, e, segundo algumas lendas, talvez tenha até mesmo assassinado seu meio-irmão em uma disputa sobre comida. Durante sua adolescência, clãs rivais sequestraram tanto a ele quanto a sua jovem esposa Borte;  Genghis Khan viveu como escravo até realizar uma ousada fuga. Apesar de todas estas dificuldades, lá pelos seus 20 anos, ele já havia se estabelecido como um guerreiro formidável e um líder brilhante. Depois de juntar seu exército de seguidores, Genghis Khan começou a forjar alianças com os chefes das tribos mais importantes. Por volta de  1206, ele havia unido com sucesso os povos das estepes sob sua bandeira e começou a planejar  a conquista de terras além da Mongólia.

3 -  Não há registro definitivo de como ele era.
Para uma figura tão influente, muito pouco se sabe sobre a vida pessoal de Genghis Khan ou até mesmo sobre sua aparência física. Não há retratos ou esculturas dele que  tenham sobrevivido até nós, as poucas informações  que os historiadores possuem, são muitas vezes contraditórias ou não confiáveis. A maioria dos relatos descrevem-no como alto e forte, com cabelos compridos e uma barba longa e espessa. A descrição mais surpreendente de Genghis Khan nos vem por cortesia de  Rashid al-Din, cronista persa do século 14, ele alegou que o famoso líder tinha cabelos vermelhos e olhos verdes. O relato de Al-Din é questionável, pois ele nunca conheceu o Khan em pessoa, mas essas características marcantes realmente existiam entre as diversas etnias mongóis.
4 - Alguns de seus generais mais confiáveis haviam sido seus inimigos.
O Grande Khan tinha um olho afiado para o talento, ele geralmente promovia seus oficiais pela habilidade e experiência ao invés de por classe, ascendência ou mesmo alianças passadas. Um famoso exemplo dessa crença na meritocracia veio durante uma batalha em 1201 contra a  tribo rival Taichud, batalha em Genghis Khan quase morreu depois que seu cavalo tombou morto por cima dele, atingido por uma flecha. Quando mais tarde ele se dirigiu aos prisioneiros  e exigiu saber quem foi o responsável, um guerreiro bravamente levantou-se e admitiu ser o atirador. Impressionado pela ousadia do arqueiro, Genghis Khan o fez um oficial do seu exército e, posteriormente, o apelidou de "Jebe", ou "flecha", em homenagem ao ocorrido. Junto com o famoso general  Subutai, Jebe  se tornaria um dos maiores comandantes dos mongóis durante suas conquistas na Ásia e na Europa.

5 - Ele não deixava que rebeliões ficassem  impunes.
Genghis Khan geralmente dava a chance dos povos se renderem pacificamente ao governo mongol, mas não hesitava em derrubar à espada qualquer sociedade que lhe resistisse. Uma de suas mais famosas campanhas de vingança aconteceu em 1219, depois que o Xá do Império Corásmio rejeitou um tratado com os mongóis. Genghis havia oferecido ao Xá um valioso acordo para o comércio ao longo da Rota da Seda, mas, quando seus primeiros emissários foram assassinados, o Khan respondeu enfurecido com o ataque de toda a força de suas hordas mongóis sobre os territórios do inimigo na Pérsia. A guerra subsequente deixou milhões de mortos e o império do Xá em completa ruína, mas o Khan não parou por aí. Depois da vitória, ele retornou para o leste a fim de  travar guerra contra os tangutes de Xi Xia, um grupo de  mongóis que se recusara a fornecer tropas para a invasão da Pérsia. Após vencer as forças rebeldes e saquear sua capital, o Grande Khan ordenou a execução de toda a família real tangute como castigo por sua insurreição.

6 - Ele foi o responsável pela morte de cerca de 40 milhões de pessoas.
Embora seja impossível saber ao certo quantas pessoas morreram durante as conquistas mongóis, muitos historiadores estimam algo em torno de 40 milhões. Censos da Idade Média mostram que a população da China caiu em dezenas de milhões durante a vida do Khan; os estudiosos calculam que ele possa ter matado um total de três quartos da população do que é hoje o moderno Irã, durante sua guerra com o Império Corásmio. Ao todo, os ataques mongóis podem ter reduzido a população mundial em até 11 por cento.

“Eu sou um castigo de Deus. E se você não tivesse cometido grandes pecados, Deus não teria enviado um castigo como eu.”  Uma das muitas frases atribuídas a Genghis Khan.

7 - Ele foi tolerante com religiões diferentes.
Ao contrário de muitos outros construtores de impérios, Genghis Khan abraçou a diversidade religiosa de seus territórios recém-conquistados. Ele aprovou leis que declaravam a liberdade religiosa para todos e até mesmo concedia isenções fiscais a locais de culto. Essa tolerância tinha um lado político, Khan sabia que indivíduos felizes eram menos propensos a se rebelar, mas os mongóis, como povo,  também demonstravam uma atitude extremamente liberal em relação à religião. Enquanto que  Genghis Khan e muitos outros praticavam um sistema de crença xamânica que reverenciava os espíritos do céu, ventos e montanhas; havia entre os povos das estepes um caldeirão de crenças, que incluía cristãos nestorianos, budistas, muçulmanos e  tradições animistas. O Grande Khan também tinha um interesse pessoal na espiritualidade. Ele era conhecido por orar em sua tenda por vários dias antes de  campanhas importantes, e, muitas vezes, encontrou-se com diferentes líderes religiosos para discutir os detalhes de suas crenças. Na sua velhice, Genghis Khan convocou o líder taoísta Qiu Chuji ao seu acampamento, supostamente, os dois  tiveram longas conversas sobre  imortalidade e  filosofia.

8 - Ele criou um dos primeiros sistemas postais internacionais.
Junto com o arco e o cavalo, a arma mais potente dos mongóis pode ter sido a sua vasta rede de comunicação. Um dos primeiros decretos de Genghis Khan ordenava a formação de um serviço de correio montado conhecido como o "Yam." Este, consistia em uma série bem organizada de estações estendidas ao longo de todo o território do Império. Ao parar para descansar ou assumir uma nova montagem a cada poucos quilômetros, os mensageiros oficiais podiam percorrer  a até 200 quilômetros por dia. O sistema permitiu que bens e informações viajassem com velocidade sem precedentes e também agiu como os olhos e os ouvidos do Khan. Graças ao Yam, ele poderia facilmente ficar a par dos desenvolvimentos políticos e militares e manter contato com sua extensa rede de espiões e batedores. O Yam também ajudou a proteger os dignitários estrangeiros e os comerciantes durante as suas viagens. Nos seus últimos anos, o serviço foi usado por nomes como Marco Polo e João de Plano Carpini.

9 -  Ninguém sabe como ele morreu ou onde está enterrado.
De todos os enigmas que cercam a vida do Khan, talvez o mais intrigante seja saber como ela terminou. A narrativa tradicional diz que ele morreu em 1227 de ferimentos sofridos em uma queda de  cavalo, mas outras fontes listam de tudo, desde malária até a uma flechada no joelho. Um dos relatos mais questionáveis afirma que ele foi assassinado ao tentar violentar uma princesa chinesa. Além de não sabermos como ele morreu, há também um grande mistério sobre o seu lugar de descanso final. Segundo a lenda, seu cortejo fúnebre abateu todos os que encontraram pelo caminho durante a viagem, depois, todos os que participaram do enterro também foram mortos, seguindo ordens deixadas pelo Khan. A sepultura provavelmente esteja localizada perto de uma montanha mongol chamada Burkhan Khaldun, mas o local exato é desconhecido.

10 - Os soviéticos tentaram extinguir a sua memória na Mongólia.
Genghis Khan é agora visto como  herói e fundador nacional da Mongólia, mas durante a era de domínio soviético, no século 20, a simples menção de seu nome foi proibida. Com a intenção de acabar com todos os vestígios do nacionalismo mongol, os soviéticos tentaram suprimir a memória do Khan, retirando a sua história dos livros escolares e proibindo as pessoas de fazer peregrinações à sua terra natal em Khentiy. Genghis Khan foi  restaurado à história mongol depois que o país conquistou a independência no início de 1990, desde então, ele se tornou um tema recorrente na arte e na cultura popular. O Grande Khan empresta seu nome ao principal aeroporto do país, na cidade de Ulan Bator, e seu retrato está na moeda mongol.

As dezenas de esposas de Genghis Khan e sua obsessão de estuprar as mulheres dos vencidos durante suas  pilhagens, podem tê-lo tornado o pai de centenas ou mesmo de milhares de filhos. De acordo com um famoso estudo genético de  2003, cerca de um em cada 200 homens vivos carrega uma forma do cromossomo Y que talvez tenha se originado com o líder mongol. Se for verdade, isso significa que 0,5 por cento da população masculina do mundo são seus descendentes diretos.

Fonte: kid-bentinho.blogspot.com.br

Frases de Gengis Khan