Nada é Definitivo!

"Como o nome do Blog diz, não existe uma única verdade, portanto, sempre temos que investigar tudo o que nos dizem sobre a história, para que possamos chegar mais próximos de uma verdade. Este blog é apenas um dos vários caminhos que existem, sejam bem vindos."

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sexta-feira, 27 de abril de 2018

Organização Política saiba mais...


O que é Cidadania:
Cidadania é o exercício dos direitos e deveres civis, políticos e sociais estabelecidos na Constituição de um país.
A cidadania também pode ser definida como a condição do cidadão, indivíduo que vive de acordo com um conjunto de estatutos pertencentes a uma comunidade politicamente e socialmente articulada. 
Uma boa cidadania implica que os direitos e deveres estão interligados, e o respeito e cumprimento de ambos contribuem para uma sociedade mais equilibrada e justa.
Exercer a cidadania é ter consciência de seus direitos e obrigações, garantindo que estes sejam colocados em prática. Exercer a cidadania é estar em pleno gozo das disposições constitucionais. Preparar o cidadão para o exercício da cidadania é um dos objetivos da educação de um país.

 

O que é o Estado democrático de direito:

O Estado democrático de direito é um conceito que se refere a um Estado em que existe o respeito pelos direitos humanos e pelas e garantias fundamentais. No Estado democrático de direito deve existir a garantia dos direitos individuais e coletivos, dos direitos sociais e dos direitos políticos.
Isto quer dizer que, para que um Estado atinja o objetivo de ser considerado um Estado democrático de direito, todos os direitos dos cidadãos devem ter proteção jurídica e ser garantidos pelo Estado, através dos seus governos.
No Estado democrático de direito os governantes devem respeito ao que é previsto nas leis, ou seja, deve ser respeitada a hierarquia das normas. Isso significa que as decisões não podem ser contrárias ao que diz a lei e, dessa maneira, os direitos fundamentais dos cidadãos são protegidos.

 

O que é República:

República é uma palavra que descreve uma forma de governo em que o Chefe de Estado é eleito pelos representantes dos cidadãos ou pelos próprios cidadãos, e exerce a sua função durante um tempo limitado.
Esta palavra deriva do latim res publica, expressão que pode ser traduzida como "assunto público".
Em uma República, o poder tem origem em um grupo de cidadãos, que delega esse poder a um elemento designado Chefe de Estado ou Presidente da República. A eleição de um Presidente da República é feita através do voto direto dos cidadãos ou por uma assembleia restrita. No âmbito de uma república, a função de presidente é exercida durante um período de tempo limitado, sendo que só podem exercer durante um número limitado de mandatos.

 

O que é o Presidencialismo:

Presidencialismo é uma forma de governo comum nas repúblicas, onde configura-se a separação das três esferas de poder: Executivo, Legislativo e Judiciário.
Nos regimes presidencialistas, o Poder Executivo é liderado pelo Presidente da República, que exercer tanto a função de Chefe de Estado, como a de Chefe de Governo.
Entre algumas das principais funções do presidente em um regime presidencialista estão: a escolha dos ministros que trabalharão durante o seu governo, a execução de políticas públicas, representar o país interna e externamente, firmar tratados internacionais, encaminhar projetos para a votação do legislativo, comandar as Forças Armadas, entre outras.
O presidencialismo foi criado nos Estados Unidos da América, a partir da Constituição de 1787. Baseados na teoria política de divisão de poderes do filósofo francês Montesquieu, os estadunidenses criaram um sistema em que cada poder (Executivo, Legislativo e Judiciário) teria a obrigação de fiscalizar os demais.

 

O que é Parlamentarismo:

Parlamentarismo é um tipo de regime político ou governo caracterizado por possuir um gabinete de ministros, que forma o parlamento. Todos os projetos, leis e demais decisões do governo estão submetidos a votação desse parlamento, em um sistema parlamentarista.
Em uma República Parlamentarista, o presidente da república é o responsável pela nação, enquanto que o controle do governo fica a cargo do primeiro-ministro, como é o caso de Portugal, por exemplo.
Já em uma Monarquia Parlamentarista, como é o caso do Reino Unido, ao contrário do absolutismo, em que o rei tem total poder de decisão sobre as leis do país, os ministros são os responsáveis por controlar o governo. O primeiro-ministro, também chamado de chanceler, exerce a chefia do Poder Executivo. A escolha do parlamento, no entanto, é feito a partir de um voto de confiança.
Em inglês, a palavra parlamentarismo pode ser traduzida para parliamentarism.

O que é a Constituição Federal:

Constituição Federal é o conjunto de leis fundamentais que organiza e rege o funcionamento de um país. É considerada a lei máxima e obrigatória entre todos os cidadãos de determinada nação, servindo como garantia dos seus direitos e deveres.
A Constituição Federal Brasileira de 1988 é a atual legislação do país, criada por uma Assembleia Constituinte e promulgada oficialmente em 5 de outubro de 1988.
Nos países democráticos, a elaboração de uma Constituição é feita pela Assembleia Constituinte, sendo que os seus participantes são todos escolhidos através de eleição popular.
A Constituição Federal de 1988 ficou conhecida como a "Constituição Cidadã", pois marca a conquista da democracia entre todos os cidadãos do país, após anos sob um regime de ditadura militar.

 

Quais são as atribuições do Deputado Federal:
A principal função do deputado federal é legislar. Cabe a ele propor, discutir e aprovar leis, que podem alterar até mesmo a Constituição. É também o deputado federal quem aprova ou não as medidas provisórias, propostas pelo presidente.
Outra importante responsabilidade do deputado federal é fiscalizar e controlar as ações do Poder Executivo. Para isso, conta com o suporte do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão responsável por avaliar a aplicação dos recursos públicos. Além disso, podem solicitar informações a órgãos do governo e aos ministros, que são obrigados a prestar explicações.
São os deputados federais que aprovam o Orçamento da União, uma lei editada todos os anos pelo Executivo, onde são listadas as receitas e despesas do governo federal.
Quando existem denúncias ou suspeitas de irregularidade, os deputados podem criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para investigar um tema ou situação específica. São eles também os únicos com poderes para autorizar a instauração de processo de impeachment contra o presidente e vice-presidente da República.

O que é um Senador:
É um agente político eleito para um mandato de 8 anos por meio de eleições diretas. Um senador representa um estado da federação – ou unidade federativa – e compõe o parlamento, que é formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.
O senador é, portanto, uma pessoa que trabalha no Poder Legislativo da esfera federativa da União – o Brasil é formado por três esferas federativas: as municipais, as estaduais e as da União.

Fonte:
www.politize.com.br


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Por que se criam os Heróis

É interessante como existe a necessidade de se criar Heróis e mitos para sustentar ideologias e o modo de pensar da população.
Foi assim no passado e continua sendo no presente.
Com certeza muitos Heróis ainda surgirão, outros com o tempo serão desmascarados e assim segue.
Devemos lembrar das palavras do alemão Bertolt Brecht "Infeliz o país que precisa de heróis".
ou ainda "Se queres entender o presente, conheça o passado" (confúcio)

Algumas criações: 
Imagem de Tiradentes

D Pedro I

Marechal Deodoro da Fonseca


Abaixo um texto super interessante do historiador José Murilo de Carvalho sobre o tema:

Heróis são símbolos poderosos, encarnações de ideias e aspirações, pontos de referência, fulcros de identificação coletiva. São, por isso, instrumentos eficazes para atingir a cabeça e o coração dos cidadãos a serviço da legitimação dos regimes políticos. Não há regime que não promova o culto de seus heróis e não possua o seu panteão cívico.
Em alguns casos, os heróis surgiram quase espontaneamente das lutas que precederam a nova ordem das coisas. Em outros, de menor profundidade popular, foi necessário mais esforço na escolha e promoção da figura do herói. 
É exatamente nesses últimos casos que o herói é mais importante. A falta de envolvimento real do povo na implantação do regime leva á tentativa de compensação, por meio da mobilização simbólica. Mas, como a criação de símbolos não é arbitrária, não se faz no vazio social, é aí também que se colocam as maiores dificuldades na construção do panteão cívico.
Herói que se preze tem que ter, de algum modo, a cara da nação. Tem de responder a alguma necesidade de aspiração coletiva, refletir algum tipo de personalidade ou comportamento que corresponda a um modelo coletivamente valorizado. 
Na ausência de tal sintonia, o esforço de mitificação de figuras políticas resultará vão. os pretendidos heróis serão, na melhor das hipóteses, ignorados pela maioria e, na pior, ridicularizados.
Fonte: José Murilo de Carvalho - A formação das lamas.São Paulo: Companhia das Letras, 1990. 

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Uma Redação de um futuro Jornalista.


Parabéns David Pereira Júnior, se você for o Jornalista que se propõe a ser, é tudo que o Brasil precisa, basta de enganarem o povo, se cada um contribuir com essas iniciativas, poderemos se tornar um grande país de verdade.
Chega de mentiras, corrupção, mensalão etc.

David Pereira Júnior. RA: 201212027
Curso: Jornalismo. Turma: 1BNCSJO
Tema: Meu futuro papel como jornalista.
O que eu quero ser quando crescer
Em uma manhã de sábado, parei para pensar na proposta de escrever uma redação sobre o tema “meu futuro papel como jornalista” e isto me fez pensar naquela pergunta, extremamente comum na infância de qualquer pessoa “o que você vai ser quando crescer?”. 
Lembro-me que a resposta mudava frequentemente. Tudo começou com “jogador de futebol”, uma pena que esta é a resposta de nove entre dez garotos e logo foi por água abaixo por excesso de contingente. 
Quando entrei no ensino médio queria ser dentista, na verdade nunca me dei bem com as ciências biológicas, mas tinha certa paixão pelo sorriso das pessoas, queria poder fazer com que todos tivessem o prazer de sorrir para a vida, mas logo concluí que as pessoas não deixam de sorrir simplesmente pela falta de dentes ou qualquer outro problema dentário, mas sim pelas infelicidades e mágoas da vida e quanto a isso não havia nada que um pobre dentista conseguiria fazer.  
Devo confessar que em certo momento apaixonei-me pela literatura, li livros que mexeram comigo de tal forma que criaram em mim um vício, modesto, porém ainda sim um vício de leitura. Mas o que isso tem a ver com o futuro papel como jornalista? Tudo meu caro leitor, pois além de criar o hábito pela leitura, também tomei gosto por escrever, não aquelas redações extremamente limitadas que os professores passavam mais para criticar algum defeito gramatical do que para enxergar um potencial na escrita, comecei a escrever sobre a vida, meus medos, sonhos e paixões. 
Junte a isso um crescente espírito crítico que se desenvolvia em mim e voilà, surge o sonho de me tornar jornalista. Ok, chegamos ao clímax do texto. Após muito pesquisar e descobrir que cursar jornalismo era realmente o que queria, fui buscar exemplos de profissionais e descobri um enorme contraste entre os jornalistas, enquanto alguns eram ótimos profissionais, comprometidos com a verdade e com a ética, por outro lado, a grande maioria transformava o jornalismo em sensacionalismo, inventavam fatos, e usavam o nome de jornalista para promoverem fofocas, boatos e notícias que só serviam para alienar a população. 
Mas isso não me desmotivou, na verdade foi um dos motivos para querer me tornar um profissional igual aos primeiros citados, igual àqueles primeiros jornalistas que surgiram junto com as ideias Iluministas. Quando eu escolhi ser jornalista eu nunca pensei em ficar rico ou famoso, eu escolhi com a intenção de prestar serviços para uma população que mais do que nunca, mesmo com o bombardeio de informações recebidas é carente de conhecimento. Não quero ser mais um a alienar, e nem serei, eu quero ser alguém que pode ter a verdadeira honra de falar “jornalista” quando me perguntarem o que eu quero ser.

Uma Paródia política feita por um estudante da Universidade São Judas - Mooca.


A partir da Canção do Exílio, David Pereira Júnior, estudante do 1º ano de Jornalismo da Universidade São Judas - Mooca, fez uma Paródia.
Ficou ótimo.

Paródia – Canção do Exílio (Gonçalves Dias)

Minha terra tem Cachoeiras,
Que não estão no seu devido lugar,
Aqui mais famoso é o Cachoeira,
Que é amigo de parlamentar;

Nosso céu tem mais estrelas,
Nosso senado mais senadores,
Nossos bicheiros mais caça-níqueis,
Nossa vida mais horrores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Nenhum prazer encontro eu lá;
Minha terra tem Cachoeira,
E mais uma CPI para julgar.
          
Minha terra tem escândalos,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar - sozinho, à noite -
Nenhum prazer eu encontro lá;
Minha terra tem Cachoeira,
E uma mais CPI para julgar.
Não permita Deus que eu morra
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute da justiça
Que ainda não encontro por lá;
Sem que ainda aviste as Cachoeiras,
Colocadas em seu devido lugar.

David Pereira Júnior – Estudante de Jornalismo da Universidade São Judas Tadeu – Mooca.

sábado, 30 de junho de 2012

COMO FOI À ABDICAÇÃO DE D. PEDRO I


D. Pedro I estava muito prestigiado no Brasil nos momentos anteriores a independência e logo depois com à Proclamação da nossa Independência, em 1822. Tudo estava correndo bem, até que começaram a surgir desentendimentos entre brasileiros e portugueses e sua popularidade foi caindo.
O fato de D. Pedro I ser português, era um dos motivos dos brasileiros ficarem enciumados com suas atitudes. Não obstante, a onda nativista, que crescia num povo cujos sentimentos de nacionalidade acentuava-se, cada dia mais prejudicava a popularidade do Imperador.
Em determinada ocasião, no ano de 1831, o Imperador compareceu em um evento e o povo que estava presente, saudou-o com “Viva D. Pedro I, enquanto Constitucional”, por outro lado, outros gritavam o nome de seu filho, ainda criança, a quem chamavam de D. Pedro II, como se já fosse Imperador.
Um mês depois, impunham os brasileiros a D. Pedro I a mudança do Ministério que acabava de nomear, e a quem o povo apelidou de Ministério dos Marqueses, pois a maioria era marquês.
D. Pedro I respondeu que “tudo faria para o povo, nada, porém, pelo povo”. Foi o bastante para o povo ferver de ódio contra o Imperador;  assim também o exército, a quem  D. Pedro I sempre prestigiara, mesmo que isso, em parte, tivesse concorrido para diminuir sua popularidade.
No dia 6 de abril, foi enviado ao paço de São Cristóvão o Major Miguel de Frias, para saber da decisão do monarca. “Não quero que ninguém se sacrifique por minha causa”, foi a resposta de D. Pedro I, e mandou que as tropas aquarteladas em São Cristóvão fossem reunir-se às tropas revoltosas. Duas hora depois, sem ouvir o conselho de ninguém, dirigia-se ao Major de Frias, com um documento: “Aqui tem a minha abdicação; estimarei que sejam felizes. Retiro-me para a Europa e deixo um país que sempre amei e que amo ainda.”
O documento ainda dizia: “Usando do direito que a Constituição me confere, declaro que hei mui voluntariamente abdicado na pessoa de meu muito amado e prezado filho, o senhor Dom Pedro de Alcântara. Boa Vista, 7 de abril de 1831.” Nomeou José Bonifácio tutor de D. Pedro II e partiu para a Europa, deixando o país que havia criado e governado por dez anos.
Caros companheiros já pensaram se o Sarney resolver deixar o senado e passar o bastão para a família???

Conclusão:
É certo que D. Pedro I, também estava preocupado com o trono de Portugal, tendo em vista que seu irmão D. Miguel, teria usurpado o título monárquico de sua filha, D. Maria da Glória, portanto tinha grande interesse em retornar para seu país de origem para tentar reaver o trono de sua filha, mas por outro lado, sua atitude de abdicar e por consequência, aceitar a vontade do povo, fica na história como uma grande atitude que poderia seguir por nossos governantes atuais, que mesmo contra a vontade do povo, insistem em não largar o poder.
Vocês já imaginaram se houvesse a possibilidade de o povo, depois de analisar um determinado político em suas funções, principalmente aqueles envolvidos em escândalos, tivessem o poder de tirá-lo ou mantê-lo no poder, sem a necessidade dessas CPI’s que ocorrem por ai e acabam em pizza, como seria mais disciplinado os nossos parlamentares?
Infelizmente não é assim, e temos que esperar 4 as vezes 8 anos para tirá-los do poder.
Assim sendo ficar uma apelo aos nossos governantes:
Por que não tomam uma atitude igual a de D. Pedro.
Fica a sugestão para o senhor Demóstenes e companhia.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Vai entender os nossos políticos...

Lula, Maluf e Haddad ficarão lado a lado nas eleições para a prefeitura de São Paulo / Mauricio Camargo/Futura Press

Na política tudo é possível, não podemos duvidar de mais nada, quem iria dizer até pouco tempo atrás que o Senador Demóstenes ferrenho opositor do PT e do atual governo, que vivia pregando lições de austeridade, agora está envolvido até o pescoço com o bicheiro Cachoeira.
Como poderá se defender o Democratas e o PSDB, partidos aliados e de oposição ao governo Lula e agora Dilma, com tudo isso que está acontecendo.
Enquanto isso, temos a grande surpresa nas eleições para à Prefeitura de São Paulo, o senhor Paulo Maluf oferecendo apoio ao PT, partido este que sempre criticou.
Na minha opinião o PT deveria rejeitar esse apoio, pois será um tiro no próprio pé e será utilizado como criticas na campanha pelo demais partidos.
Porém, política é isso ai, não podemos duvidar de mais nada.
O político brasileiro usa qualquer número de calçado, o importante é não ficar descalço.
O que vocês acham de tudo isso?
Que Deus ajude o povo brasileiro.
Siga matéria do apoio de Maluf pelo IG.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Executivo - Legislativo - Judiciário.


Organização dos Três Poderes

O território brasileiro está divido  em estados, e estes estão divididos em municípios. Como eles são governados? Quem governa o município, o estado e o país?
O Brasil, seus estados e municípios têm um governo. Esse governo é responsável  pela elaboração de leis, cobrança dos impostos e prestação de serviços à população. Quem cuida da iluminação pública e da coleta de lixo, por exemplo, é a Prefeitura (o governo municipal). Já a segurança pública é de responsabilidade do governo estadual. E,  todas as questões ligadas à defesa do país (Exército) cabem à União (o governo federal).
Os municípios são governados são pelos prefeitos e vice-prefeitos. Os estados, pelos governadores e vice-governadores e o país é governado pelo presidente e pelo vice-presidente. Todos eles são eleitos pela população, ou seja, são escolhidos por meio do voto da maioria das pessoas, para que assim possam exercer o poder em nome delas. Ocupam cargos públicos que podem ser preenchidos tanto por homens quanto por mulheres.
O poder exercido pelos prefeitos, governadores e presidente recebe o nome de poder Executivo.Recebe este nome porque cabe a seus representantes colocar as leis em prática, ou seja, executá-las e administrar os negócios públicos, como cobrar impostos, decidir onde o dinheiro recolhido será aplicado, quantas escolas ou hospitais públicos serão construídos em um ano, quantas e quais as ruas receberão calçamento, etc. O poder executivo é auxiliado, em sua tarefa de governar, pelo poder Legislativo e pelo poder Judiciário.
O poder Legislativo é responsável pela elaboração e aprovação das leis. Para compor o poder Legislativo, também são eleitos através do voto, os vereadores, os deputados (estaduais e federais) e os senadores.
O poder Judiciário é o fiscalizador. Ele cuida para que essas leis sejam cumpridas e zela pelos direitos dos indivíduos. Do poder Judiciário fazem parte os juízes e os promotores de justiça.

Nesta foto, vê-se a Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF), onde está a sede dos poderes Executivo (Palácio do Planalto), Legislativo (Congresso Nacional) e Judiciário (Palácio da Justiça), e a Esplanada dos Ministérios, onde trabalham os ministros que auxiliam o presidente da República.

A organização do poder na República

A palavra República significa "coisa pública, coisa de todos", indicando um sistema de governo que tem como objetivo atender aos interesses de todos os cidadãos. Em uma República, o país é governado pelo presidente, que é eleito pelo povo por meio de voto direto.
Desde 1889 até os dias atuais, o sistema de governos no Brasil é republicano. Em uma República, o governo não é hereditário, ou seja, não passa de pai para filho. Os governantes são eleitos por meio de voto para exercer o poder durante um tempo determinado (no caso do Brasil, por 4 anos), podendo ser reeleito uma única vez.
Fonte:  www.sohistoria.com.br